Material para restaurar os dentes: conheça a diferença entre eles

Durabilidade e preço estão entre as principais fatores que diferem do melhor material para restaurar os dentes 

Cáries, dentes fraturados, desgaste dental relacionado ao bruxismo… São vários os fatores que podem levar à necessidade de restauração dos dentes, inclusive os maus hábitos. Da mesma forma, existem diferentes técnicas e materiais para restaurar os dentes, que variam de acordo com o caso e a condição do paciente.

Entre os principais aspectos para realizar a restauração de um ou mais dentes, estão:

– Devolução da função mastigatória;

– Recuperação da estética;

– Proporcionar harmonia facial;

“A maior parte das pessoas só pensa na parte estética e visual, esquecendo o quão prejudicada fica a mastigação com a ausência de um ou mais dentes”, afirma o dentista e cirurgião Sergio Correia, que realiza os procedimentos de restauração dos dentes em seu consultório, em Curitiba.

Um processo mastigatório incompleto influencia na digestão – causando azia e refluxo -, na deficiência de nutrientes, no ganho de peso, entre outros problemas que vão muito além da estética.

Saiba mais sobre o nome dos dentes e suas função neste post!  

Material para restaurar os dentes 

Existem, basicamente, dois tipos de restaurações: as diretas e as indiretas.

As restaurações diretas ocorrem em situações mais simples, que afetam apenas a superfície do dente. Nesses casos, é possível colocar o material diretamente no dente. Nas restaurações indiretas, é necessário preparar um material previamente para encaixá-lo no dente. Geralmente, são casos mais complexos, cujo desgaste é maior.

As restaurações indiretas também podem ser feitas em resina ou porcelana. Com a moldagem da boca do paciente, é possível reparar o dente inteiro, com aparência e formato natural.

A restauração dos dentes direta pode ser de porcelana, resina e ainda existem algumas em ouro ou prata (amálgama).

Porcelana

É um dos materiais mais procurados nos consultórios devido às inúmeras vantagens na restauração dos dentes. A durabilidade – fundamental principalmente para os dentes pré-molares e molares, que recebem maior carga mastigatória – é alta e ainda maior que da resina, que já é grande.

O material é produzido em laboratório em conjunto com um protético, o que garante resistência às manchas e ao amarelamento, além de combinar com a coloração do dente. Apesar do custo mais alto, é o material que apresenta resultados mais satisfatórios entre os pacientes e os profissionais.  

Resina composta

Também bastante aplicada, a restauração de resina é mais indicada para pequenas restaurações, com boa fixação e resistência à mastigação. Pode ser moldada, pois é maleável, e ficar com a coloração muito próxima dos dentes naturais. É mais em conta, mas com qualidade inferior à porcelana. 

Ouro

Bem aceita pelos tecidos gengivais, é, sem dúvida, a opção mais cara de restauração, mas que agrada a muitos. Também é feita sob encomenda, com alta durabilidade, porém exige várias idas ao consultório odontológico até a finalização do procedimento.

Amálgama

Muito utilizada antigamente para a restauração de dentes com cárie, a amálgama já não é mais a melhor opção. Por ser feita de mercúrio com malha de prata, a liga endurece mais rápido, podendo ser prejudicial à saúde. Atualmente, é possível – e recomendado – trocar as restaurações de amálgama.

Após o procedimento, seja ele direto ou indireto, o profissional passará as instruções para conservação e cuidados com o material usado para restaurar os dentes.

Procurando um profissional para cuidar da restauração dos seus dentes? Agende um horário na Clínica Sergio Correia, em Curitiba.