(41) 99201 2700 (41) 3027 7200 sergiocorreia2700@me.com
restauração amálgama

5 motivos para considerar a troca de sua restauração dentária em amálgama

Está procurando um profissional para trocar a sua restauração dentária em amálgama em Curitiba? Veja as principais razões para se submeter a esse tipo de procedimento

Uma das certezas após realizar uma restauração dentária é de que, daquele momento em diante, será necessário tomar cuidado e, se houver necessidade, fazer a sua troca e as manutenções necessárias. Essa máxima se torna ainda mais importante a partir do momento em que a tecnologia evolui, fazendo com que as tradicionais restaurações de amálgama de prata pudessem ser substituídas pelas de resina composta ou de cerâmica – incluindo as inlays e onlays.

Como se trata de um dos procedimentos mais procurados em consultório, sobretudo devido à busca pela satisfação no sorriso, confira 5 motivos para considerar a troca da sua restauração dentária em amálgama em Curitiba. No entanto, vale ressaltar que essa troca precisa ser cautelosamente estudada pelo paciente em função de uma maior necessidade de cuidados com a higiene bucal e, mais do que isso, eventuais reparos e visitas ao consultório odontológico.

  1. Aspecto estético

É inegável que as restaurações dentárias realizadas em resinas compostas são mais estéticas do que as de amálgama. Os novos equipamentos e procedimentos usados pelos dentistas permitem, de fato, que a coloração delas seja idêntica a dos dentes do paciente. Além disso, esses materiais estão cada vez mais resistentes quanto ao amarelamento, o que exigia visitas muito frequentes ao consultório há alguns anos.

No entanto, não é possível aplicar as resinas compostas em alguns casos, especialmente os mais complexos. É importante ouvir a avaliação do profissional a esse respeito, pois, mais do que o aspecto estético, as restaurações buscam uma melhoria da qualidade de vida do paciente.

  1. Prevenção de fraturas e possibilidade de reparos

Muitas das necessidades de visitar um dentista após as restaurações dentárias se devem às fraturas. Apesar de efetivo, o amálgama de prata acaba influenciando na capacidade do dente de resistir às fraturas, especialmente nos choques. Por outro lado, as resinas compostas estão muito presas às paredes dentárias devido à sua capacidade adesiva, reduzindo o risco de fraturas, embora haja a necessidade de retornar ao dentista.

Vale destacar que, nas resinas compostas, dependendo do tamanho da fratura, pode-se realizar reparos, algo que não é possível com o amálgama – além de deixar o paciente mais exposto às cáries.

  1. Redução do risco de cáries

Enquanto o amálgama de prata é colocado sobre o dente, a resina composta conta com uma capacidade de se grudar devido aos adesivos. Por esse motivo, o risco de infiltrações nas resinas compostas – o que causam cáries “invisíveis” abaixo da restauração – é menor do que nas junções metálicas de prata, sendo mais interessantes para a saúde bucal. Ou seja, a possibilidade de surgimento de cáries diminui, mas os cuidados devem ser os mesmos.

  1. Mais conforto e segurança ao paciente

Há mais facilidade tanto para o dentista quanto para o paciente ao optar pelas resinas compostas em vez do amálgama de prata. Além de ser uma tecnologia mais recente, saudável e segura – já que o amálgama de prata pode conter mercúrio, o que exige muito cuidado por parte do profissional para evitar contaminações pelo paciente –, ela também exige menos desgastes durante o procedimento.

  1. Durabilidade em evolução

Um dos pontos fracos das resinas compostas ou de porcelana é a sua baixa durabilidade, especialmente quando comparadas aos amálgamas. No entanto, a tecnologia está evoluindo, fazendo com que tanto o valor quanto a diferença de durabilidade entre os materiais sejam cada vez menores. Diferentes empresas têm tentado investir em novos tipos de composições químicas visando o aumento da durabilidade, obtendo sucesso nesta iniciativa. No momento, contudo, o amálgama continua sendo mais durável.

Está incomodado com os pontos escuros em seu sorriso devido à restauração dentária em amálgama em Curitiba? Entre em contato com a Clínica Sergio Correia e agende uma avaliação do seu caso.

Informações do Autor

Dr. Sergio Correia

Formado em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1997. Professor do Curso de Resolução Cirúrgica de Dentes Inclusos ABO-PR. Especialista em Dentística Restauradora ABO-PR (Latu Sensu). Especialista em Periodontia ABO-PG (Latu Sensu). Credenciado Sistema Neoguide de Implantes. Pós Graduado em Implantes Ilapeo/PR. Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE). Membro International Federation of Esthetics Dentistry (IFED).