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Remoção de amálgama em Curitiba: os cuidados com o procedimento

A liga metálica pode ser tóxica, por isso, deve ser removida o quanto antes; Além da saúde, a remoção reflete em uma melhora na estética do sorriso do paciente

Por muito tempo, a restauração dos dentes foi realizada com os amálgamas – liga de metal, geralmente composta por mercúrio e prata, zinco ou cobre. Esse procedimento costuma incomodar os pacientes, sobretudo pelo aspecto prateado da restauração, que interfere diretamente na aparência do sorriso, gerando insatisfação e desconforto. Um procedimento frequente nos últimos anos se refere à remoção de amálgama em Curitiba, troca realizada em consultório por outro material menos agressivo para a saúde e estética dental.

Há questões de saúde diretamente relacionadas a esse modelo de tratamento – realizado com amálgama -, visto que, devido à expansão dos metais, a mesma pode causar fratura dentária, entre outros riscos aos pacientes. O aspecto mais preocupante de seu uso é a possibilidade de contaminação por mercúrio, principalmente em dois momentos: na colocação e em sua remoção. Por isso, mesmo que seja apenas para a remoção, a procura por um profissional experiente e capacitado, que ofereça segurança é fundamental.

Como se sabe, trata-se de um dos metais mais tóxicos do planeta que, se causar intoxicação, pode gerar dores musculares, enxaqueca, alterações cardíacas, náuseas, perda de cabelos, entre outros sintomas. Por esse motivo, a remoção de amálgama em Curitiba tem sido cada vez mais procurada. Quer saber mais sobre restauração de amálgama dos dentes? Clique aqui.

As resinas

Nos últimos anos, as ligas de amálgamas foram substituídas pelas resinas compostas. Esse material, de aspecto branco, tem riscos extremamente baixos. Além disso, ele não demanda qualquer tipo de desgaste no dente, tornando-se ainda mais benéfico por simplificar o procedimento para o profissional e oferecer mais conforto ao paciente, com resultados ainda mais seguros.

Acima, um procedimento de restauração de amálgama realizado no consultório Sergio Correia, com o protético Eduardo Trevisan: troca de amálgama por resina e blocos de cerâmica. O primeiro e segundo molar são blocos de Emax (dissilicato de lítio) e o terceiro molar é uma resina direta Z-350.

“Além do ganho de saúde, os novos materiais são tão bons ou melhores e mais resistentes do que os amálgamas. No fim, a aparência fica praticamente igual ao dente natural, ganho para a saúde e estética do paciente”, salienta o dentista Sergio Correia, responsável pelo procedimento em Curitiba.

Os cuidados no procedimento

Indicado para quase todos os tipos de pacientes, à exceção de gestantes e lactantes, a remoção segura do amálgama exige alguns cuidados e a presença de um dentista certificado. Durante o procedimento, há a liberação de vapor com resquícios de mercúrio, que é extremamente contaminante. Por isso, atenção especial:

– Isolamento absoluto, com o uso de luvas de nitrilo;

– Proteção da pele e dos olhos do paciente;

– Uso de máscaras e equipamentos especiais para o dentista e o assistente;

– A remoção deve ser feita em bloco;

– No consultório, deve haver um suprimento de oxigênio para o paciente;

– Por fim, é preciso haver uma separação dos resíduos.

Você tem uma liga metálica, fruto de restauração dos dentes? Procura um dentista em Curitiba para fazer a remoção de amálgama? Entre em contato com a Clínica Sergio Correia e agende uma consulta de avaliação.

Informações do Autor

Dr. Sergio Correia

Formado em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1997. Professor do Curso de Resolução Cirúrgica de Dentes Inclusos ABO-PR. Especialista em Dentística Restauradora ABO-PR (Latu Sensu). Especialista em Periodontia ABO-PG (Latu Sensu). Credenciado Sistema Neoguide de Implantes. Pós Graduado em Implantes Ilapeo/PR. Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE). Membro International Federation of Esthetics Dentistry (IFED).