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Radiografia panorâmica e exames de imagem na odontologia

Saiba qual a importância dos exames de imagem na odontologia tanto para o diagnóstico quanto para a prevenção

Se você já visitou o dentista algum dia, provavelmente já recebeu o pedido de algum exame de imagem ou radiografia panorâmica, certo? Mas você sabe para que servem esses exames? Quanto tempo eles precisam ficar guardados ou de quanto em quanto tempo é preciso fazê-los? Hoje vamos falar mais sobre os exames de imagem na odontologia em nosso blog.

Muitos exames são de extrema necessidade para a realização de um procedimento ou para um diagnóstico mais preciso — dão os subsídios necessários para o profissional saber qual caminho seguir. Mesmo sem nenhum tratamento em vista, é positivo realizar a radiografia odontológica anualmente, para se certificar de que tudo está sob controle.

O que os exames mostram?

No caso das radiografias panorâmicas, é possível analisar o posicionamento dos dentes, possíveis lesões ósseas ou fraturas nas mandíbulas. Suas principais indicações são para a detecção de lesões, fraturas e outras anomalias.

“A radiografia nos proporciona uma visão geral da dentição, da estrutura a problemas existentes, complementando o diagnóstico inicial. É um exame de prevenção e planejamento para outros procedimentos”, diz Sergio Correia, dentista com consultório odontológico no Batel, um dos bairros nobres de Curitiba.

Normalmente, a radiografia é solicitada uma vez ao ano, nas consultas periódicas de check-up e limpeza. Ela, assim como outros exames de imagem, deve ser guardada por alguns anos (entre três e cinco), para que possa ser utilizada posteriormente em caso de necessidade.

“Ocorre muito de o paciente vir ao consultório já tendo realizado algum procedimento com outros profissionais. Para isso, é essencial termos os exames pré-realizados, para entendermos e estudarmos o caso”, salienta Correia.

Tipos de exame

Falamos sobre a radiografia panorâmica, mas existem outros tipos de exames de imagem na odontologia. Eles podem ser solicitados pelo dentista, conforme a necessidade e o tipo de tratamento recomendado. Veja alguns deles:

  • Periapical: tipo de raio-x que mostra, além dos dentes, as coroas e raízes, sendo possível diagnosticar cáries ou alterações ósseas.
  • Oclusal: raio-x utilizado em crianças, pois apresenta o desenvolvimento dos dentes, o maxilar e a mandíbula, além de dentes retidos. É também indicado para quem faz acompanhamento ortodôntico.
  • Interproximal: mostra cáries e outras anomalias entre os dentes, especialmente as de difícil visualização.
  • Tomografia: exame mais completo, que apresenta em 3D a arcada dentária, altura e espessura óssea.

Contraindicações

Com a modernidade dos equipamentos que realizam as radiografias, os riscos de se fazer o exame anualmente é mínimo. Até mesmo as tomografias odontológicas, requisitadas em procedimentos mais complexos, oferecem baixo risco aos pacientes. Apenas grávidas devem comunicar seus médicos antes de se submeter a qualquer exame.

Evitar que o exame seja realizado pode prejudicar no diagnóstico, no tempo de tratamento ou mesmo na escolha do melhor procedimento para tratar dos dentes.

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Informações do Autor

Dr. Sergio Correia

Formado em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1997. Professor do Curso de Resolução Cirúrgica de Dentes Inclusos ABO-PR. Especialista em Dentística Restauradora ABO-PR (Latu Sensu). Especialista em Periodontia ABO-PG (Latu Sensu). Credenciado Sistema Neoguide de Implantes. Pós Graduado em Implantes Ilapeo/PR. Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE). Membro International Federation of Esthetics Dentistry (IFED).