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Implante dentário em Curitiba: tire todas as suas dúvidas

Tratamento de implante dentário ainda gera medo nos pacientes, mas a tecnologia torna os procedimentos mais baratos e efetivos, com recuperações rápidas

Pelo menos sete em cada dez adultos entre 35 e 44 anos perderam um dente devido a acidentes, cáries ou doenças, conforme a Associação Americana de Cirurgiões Orais e Maxilofaciais. E os dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 35% da população brasileira necessita de tratamento dentário, entre os quais se incluem os implantes dentários.

Os implantes dentários devolvem as funções mastigatória e estética ao paciente. O procedimento consiste na colocação de pinos/parafusos de titânio no tecido ósseo, funcionando como a raiz tanto para a substituição de um dente (unitários) quanto para vários (prótese fixa).

“As pessoas saem muito satisfeitas do consultório, pois voltam a ter uma vida tranquila, sem preocupações, seja por questões estéticas ou clínicas”, afirma Sergio Correia, dentista em Curitiba, pós-graduado em implantes, periodontia e dentística restauradora.

Veja, abaixo, cinco questões importante sobre implante dentário em Curitiba.

1 – Tratamento é recomendado para todos?

Em geral, pessoas acima dos 18 anos estão aptas a passar pelo procedimento – essa recomendação da faixa etária é para evitar tratamentos em pacientes ainda em formação.

Portanto, não acredite que o procedimento é destinado apenas a idosos, já que o implante dentário, na prática, substitui a raiz do dente, algo que pode ser necessário em qualquer faixa etária.

Quase todas as pessoas podem fazer um implante dentário, mas, como tudo na área da saúde, existem algumas restrições. O procedimento é contraindicado para pessoas que estejam realizando tratamentos para doenças como câncer ou hepatites, fumantes em excesso, pessoas com problemas cardíacos e outros. Na dúvida, pergunte ao seu dentista.

2 – Implantes são rejeitados?

O índice de sucesso em implantes dentários beira os 98% e não há rejeição. Um dos cuidados do paciente é conhecer o profissional e saber que o procedimento será feito com materiais certificados. Profissionais que trabalham com produtos certificados oferecem garantia vitalícia e deixam claros os materiais usados e seu registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Para ter certeza de que está lidando com um profissional sério, o paciente pode exigir a apresentação destes dados em sua ficha”, esclarece o dentista de Curitiba Sergio Correia. Os materiais registrados pela Anvisa passam por testes de resistência e de possibilidade de rejeição – especialmente em função da necessidade de o material interagir com o osso em prol dos bons resultados.

Garantia
Em um dos consultórios mais modernos da capital paranaense, o profissional trabalha com os materiais de duas marcas reconhecidas nos cenários nacional e internacional: a Straumann (companhia suíça, líder mundial em implantodologia) e a Neodent (uma das principais empresas brasileiras na área de implantes).

“A certificação da qualidade é, obviamente, muito importante, mas nos preocupamos também com a técnica utilizada para instalar esses implantes, oferecendo sempre conforto e uma cirurgia minimamente invasiva e atraumática”, revela Correia.

De olho em novas tecnologias, o consultório Sergio Correia trabalha também com implantes com um tratamento de superfície diferenciado, que estimulam a rápida osseointegração do implante mesmo em osso mais mole. “Em outras palavras, as tecnologias fazem com que o processo de recuperação seja mais veloz”, diz.

Geralmente compostos de porcelana e pelo pino de titânio, o bom uso dos implantes oferece garantia vitalícia ao tratamento. Caso o material não seja certificado, há riscos de infecções e do insucesso do procedimento, explica o dentista, que atua com implante dentário em Curitiba há mais de 20 anos.

3 – A importância do planejamento

O implante necessita de um planejamento longo e cuidadoso, já que o profissional precisa pensar em todos os aspectos. Por isso, diversos exames são necessários até se chegar ao diagnóstico do tratamento, especialmente a avaliação clínica baseada em radiografias e tomografias. “A tecnologia tem tornado os procedimentos mais simples, por isso é preciso estar antenado às técnicas e equipamentos mais modernos, o que também torna o pós-operatório mais tranquilo”, diz Correia.

O primeiro passo é agendar a consulta com o dentista, realizar a anamnese completa e os exames de imagem, como panorâmica e tomografia. Aproveite esse momento para tirar todas as suas dúvidas com o dentista, que irá realizar o planejamento das reais possibilidades.

“A entrevista com o profissional deve ser franca e sincera, pois qualquer detalhe escondido pode prejudicar o resultado do implante”, comenta o profissional.

4 – Implante é muito caro?

“Muitas pessoas deixam de fazer o implante por considerar um procedimento muito caro”, afirma Correia. O dentista reforça que, atualmente, o tratamento se tornou muito acessível pelo fato de muitos dos materiais serem produzidos em solo nacional – estima-se que a indústria brasileira produza 800 mil implantes ao ano. Além disso, o avanço da tecnologia também resulta em recuperações mais rápidas das cirurgias.

5 – Durabilidade e higienização

Depois de colocar o implante, o que preciso fazer? A higienização é fundamental e garante a durabilidade do tratamento, mas não deixe de fazer as visitas periódicas ao profissional (pelo menos duas vezes ao ano) para acompanhar o andamento do tratamento. 

“O material utilizado (titânio) é inerte ao osso, sendo assim a osseointegração é rápida e o organismo não identifica corpos estranhos”, explica o dentista. Passando o primeiro ano, é possível dizer que o implante irá durar a vida inteira, pois rejeição após esse período é quase zero.

As tecnologias que envolvem os exames pré-operatórios e a cirurgia em si trouxeram mais conforto e segurança, pois são menos invasivos, preservando a saúde do paciente e garantindo o sucesso do procedimento.

Como é realizado o implante dentário?

Tanto antigamente quanto hoje, o processo se inicia com uma avaliação do profissional dentista, que analisa todas as condições do paciente, bem como as possibilidades de tratamento existentes.

Com a ajuda de exames de imagem, é possível se certificar das conclusões tomadas. Antigamente, esse processo era apenas realizado por meio de molde de gesso, sem o uso de imagens de raio x para precisar o diagnóstico — o que exigia mais cuidado do profissional e podia gerar mais incômodos ao paciente.

É possível também utilizar os scanners 3D, para visualizar a anatomia da boca pelo computador, sem interferências antes do procedimento, garantindo mais segurança e precisão no que deve ser realizado.

“Essas tecnologias revolucionaram os exames, pois proporcionam mais conforto ao paciente, que tem mais conhecimento do trabalho que será feito, e mais segurança ao dentista, que consegue planejar o procedimento com mais eficiência”, salienta Correia, dentista em Curitiba com clínica no Batel.

O profissional investiu em novos equipamentos para acompanhar a evolução e modificou a forma como é feito o implante dentário hoje.

Procedimento

O próximo passo, antes, seria extrair o tecido danificado e prepará-lo para inserir a parte interna da prótese, manualmente. Hoje, após a retirada do dente, é possível realizar a cirurgia guiada para implante dentário, que evita a incisão bucal, sem cortes com lâminas, em um procedimento minimamente invasivo.

Enquanto o processo antigo nem sempre ficava 100% e poderia exigir ajustes, hoje o dentista esculpe um novo dente, trabalhando com a ajuda de um protético de confiança. O formato e o posicionamento são extraídos diretamente de um software, que produz o dente exatamente do tamanho que o paciente precisa, com adaptação mais rápida e confortável.

Nos implantes com carga imediata ou quando realizado o protocolo sobre implante, os dentes são colocados no mesmo dia da cirurgia ou em até 72 horas. Já nos casos convencionais, é indicado aguardar alguns meses para a colocação do dente, cerca de 2 a 3 para a parte inferior e 5 ou 6 meses para superiores.

“Esses avanços vieram para tranquilizar o paciente quanto a complexidade do procedimento, que sempre foi visto como muito desgastante. Hoje em dia, ele está mais rápido, com pós-operatório mais tranquilo e mais satisfação do paciente e do profissional”, explica Correia.

Dói? E o pós-operatório?

Não, o implante dentário não dói! A anestesia computadorizada, por exemplo, controla o fluxo anestésico, minimizando os sintomas de dor ou incômodo. Em pouco tempo o paciente já estará liberado para as atividades normais e voltará a ter autonomia na mastigação.

Tanto antes quanto depois da cirurgia será necessário um acompanhamento com anti-inflamatório e antibiótico. A higienização deve ser tão cuidadosa quanto nos dentes permanentes e o retorno ao dentista deve acontecer periodicamente.

“Os índices positivos dos implantes dentários fazem com que muitos relaxem após a realização do procedimento, abrindo espaço para problemas como a peri-implantite”, afirma o profissional. A peri-implantite é caracterizada por uma inflamação ao redor do implante, podendo causar incômodos na gengiva e perda óssea.   

Outro grupo de pacientes que deve ter cuidado em relação à higiene dos dentes implantados são pessoas que já perderam os dentes devido a outras periodontites. “A colocação de implantes após a perda dos dentes não impede que novas placas bacterianas se formem e que o problema volte a incomodar”, alerta.

Além dos problemas relacionados à má higienização, fraturas ou afrouxamento dos parafusos também podem acontecer, mas de forma muito mais rara. “Para evitar qualquer contratempo com os implantes dentários, recomendamos a higienização completa e as visitas periódicas ao dentista, que fará a manutenção e avaliação dos resultados”, diz Correia.

Sobre a higienização completa, nunca é demais lembrar: escovação lenta e caprichada, dando atenção a todos os dentes, inclusive os implantados; uso de fio dental diariamente; complemento com enxaguante bucal, principalmente no período noturno, período em que os dentes ficam sem escovação e momento propício para a proliferação das bactérias. Para mais dicas sobre escovação e higienização bucal, veja esse post.

Ficou alguma dúvida sobre o implante dentário em Curitiba? Agende uma consulta e converse com o profissional. Ele é a pessoa mais indicada para tirar as suas dúvidas, explicar cada detalhe do procedimento e lhe deixar mais tranquilo para recuperar a autoestima e a qualidade de sua mastigação.

Informações do Autor

Dr. Sergio Correia

Formado em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1997. Professor do Curso de Resolução Cirúrgica de Dentes Inclusos ABO-PR. Especialista em Dentística Restauradora ABO-PR (Latu Sensu). Especialista em Periodontia ABO-PG (Latu Sensu). Credenciado Sistema Neoguide de Implantes. Pós Graduado em Implantes Ilapeo/PR. Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE). Membro International Federation of Esthetics Dentistry (IFED).