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Mau hálito

Como evitar o mau hálito

Halitose afeta vida profissional e pessoal dos pacientes; consulta com dentista pode determinar se a origem do problema está na boca ou é sistêmica

Alguns estudos indicam que o mau hálito vai afetar 100% das pessoas em algum momento da sua vida. Pode ser somente uma fase ou uma doença de verdade, a temida halitose. Além dos malefícios, ela causa inúmeras consequências na vida social, como a insegurança e a perda da espontaneidade, podendo afetar tanto a vida profissional quanto pessoal.

“Há uma série de fatores que podem causar o mau hálito, por isso existe a necessidade de consultar um dentista habilitado a analisar o assunto antes de procurar outros profissionais”, ressalta o dentista de Curitiba Sergio Correia, pós-graduado em Implantes. Entre os problemas comuns, estão cáries abertas e extensas; gengiva inflamada; próteses mal adaptadas; dentes semi-inclusos, entre outros.

Origem bucal

Estima-se que nove em cada dez casos de halitose tenham origem bucal – os 10% restantes se devem a problemas nas vias aéreas, origem metabólica ou aos chamados fatores sistêmicos. Dentro dos casos mais comuns, encontram-se a língua saburrosa e as doenças de gengiva não tratadas.

“A saburra se trata de uma placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada, que se forma no fundo da língua. Uma das causas para sua formação está na redução de produção de saliva”, explica Correia, especialista em periodontia pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO).

“Além de resolver o problema propriamente dito, os tratamentos aumentam a confiança e a segurança do paciente para lidar com os desafios de sua vida pessoal e profissional”, orienta Sergio Correia. Caso o dentista não encontre as causas bucais, ele fará o encaminhamento do paciente a outros profissionais que vão analisar as causas sistêmicas da doença.

Hábitos

Além dos problemas bucais, há uma série de hábitos e situações que podem colaborar para o mau hálito. Um dos principais é a respiração pela boca; as infecções de garganta também ocasionam o problema, assim como problemas nos rins e fígado; dietas severas são uma das causas mais comuns; e o tabagismo colabora para a intensificação do problema.

Lembre-se sempre de escovar os dentes corretamente e de usar o enxaguante bucal. Esses dois hábitos simples reduzem as chances de halitose!

Veja no infográfico abaixo o passo a passo da consulta do dentista de Curitiba, Sergio Correia, produzido pelo jornal Gazeta do Povo.

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Informações do Autor

Dr. Sergio Correia

Formado em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1997. Professor do Curso de Resolução Cirúrgica de Dentes Inclusos ABO-PR. Especialista em Dentística Restauradora ABO-PR (Latu Sensu). Especialista em Periodontia ABO-PG (Latu Sensu). Credenciado Sistema Neoguide de Implantes. Pós Graduado em Implantes Ilapeo/PR. Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE). Membro International Federation of Esthetics Dentistry (IFED).